"Charcos Temporários: um habitat natural a proteger!"

CHARCOS TEMPORÁRIOS MEDITERRÂNICOS


> Glossário

 > Geral

 

Biótopo: Local ou região que apresenta regularidade nas condições ambientais e na comunidade biológica. 

Endemismo: Taxon (espécie, género, etc.) cuja distribuição geográfica está restringida a uma determinada área geográfica. 

Estocástico: Aleatório, processo que não está submetido senão a leis do acaso.

Hidroperíodo: Período de encharcamento. 

Metapopulação: Somatório de várias populações locais que ocupam diferentes manchas de habitat e se reproduzem localmente.

Rochas sedimentares: são tipos de rochas que são formadas pela deposição de material na superfície da Terra e dentro de corpos de água. Sedimentação é o nome coletivo para processos que causam partículas minerais e/ou orgânicas (detritos) para sedimentar e acumular ou minerais para precipitar a partir de uma solução. Partículas que formam uma rocha sedimentar por acumulação são chamadas sedimentos. Antes de ser depositado, o sedimento foi formado por intemperismo e erosão em uma área de origem, e depois transportado para o local de deposição por água, vento, gelo, movimento de massa ou glaciares que são chamados agentes de desnudação.

> Flora

 

Arista: Filamento delgado e comprido que se insere em alguns órgãos das plantas.

Bolbo: Parte subterrânea de algumas plantas que serve como órgão de armazenamento de nutrientes.

Bráctea: Folha modificada situada na proximidade das flores ou inflorescências.

Capítulos: Conjunto globoso de flores sésseis que estão inseridas sobre um receptáculo.

Esporângios: Órgão que produz e contém os esporos das plantas criptogâmicas.

Esporos: Célula, ou conjunto de células, especializadas para a reprodução e dispersão das plantas criptogâmicas.

Filopódios: Folhas modificadas em escamas rígidas que formam ganchos negros brilhantes.

Glomérulos: Conjunto de flores agrupadas que tem uma forma mais ou menos globosa.

Inflorescência: Conjunto de flores que se inserem sobre um mesmo caule (pedúnculo).

Nó: Ponto do caule onde se inserem outros órgãos, como as folhas ou as flores.

Planta anual: planta cujo ciclo de vida é inferior a um ano.

Planta herbácea: planta que não apresenta nenhuma parte lenhosa. 

Planta vivaz: planta cujo ciclo de vida é superior a um ano.

Rizoma: Caule subterrâneo coberto de escamas, que tem aspeto de raiz.

Sépalas: Peças florais exteriores às pétalas.

Séssil: Todo o órgão rente, que se insere pela base, desprovido de qualquer eixo de suporte.

Tépalas: Peças florais que envolvem as partes reprodutoras da flor quando não existe uma distinção clara de tamanho, forma ou cor entre pétalas e sépalas.

Umbela: Inflorescência em forma de guarda-chuva, em que os pedicelos das flores têm o mesmo tamanho e se inserem todos no extremo do caule.

Plantas vasculares: conhecidas como plantas superiores, formam um grande grupo de plantas que são definidas como plantas terrestres que têm tecidos lignificados para a condução de água e minerais em toda a planta. Eles também têm um tecido não-lignificado especializado para conduzir produtos de fotossíntese.

Verticilado: Disposição circular de órgãos similares (ex. folhas ou flores) em torno de um nó do caule.

> Fauna

 

Anfíbios

Anuros: não apresentam cauda no estado adulto e que abrangem os sapos (mais terrestres), as rãs (mais aquáticas) e as relas (rãs arborícolas ou trepadoras).

Amplexo: abraço característico entre o macho e a fêmea durante o acasalamento. 

Calosidades nupciais: protuberâncias aderentes existentes em certas zonas do tronco e patas anteriores dos machos de anfíbios que facilitam o amplexo.

Caudata: espécies que apresentam cauda no estado adulto, tais como as salamandras (normalmente mais terrestres) e os tritões (mais aquáticos)

Cloaca: abertura para o exterior dos dutos urinários e genitais nos anfíbios e répteis.

Espermatóforo: estrutura capsular libertada pelos machos de anfíbios urodelos (caudata), onde os espermatozóides se acumulam e são transportados para os orgãos femininos.

Inguinal: designação dada à região que se situa entre os membros posteriores e o tronco na zona ventral.

Membranas interdigitais: extensões de pele que ligam os dedos entre si.

Parótidas (glândulas): zonas mais espessas da pele devido à acumulação de células secretoras de substâncias tóxicas. Estão presentes nas regiões lateriais da cabeça de numerosas espécies de anfíbios.

Poros glandulares: orifícios que comunicam com células glandulares. presente na pele dos anfíbios e nas placas das tartarugas.

Tubérculo metatarsiano: protuberância ou saliência da pele no 5º dedo das patas de trás.

Tímpano: é uma estrutura de audição externa em animais como rãs, sapos, insetos e mamíferos, por exemplo.

Grandes Branquiópodes

 

Cercópodes: Par de apêndices filiformes que articulam no último segmento do corpo (télson), formando uma "cauda".

Cistos: "Ovos"/embriões resistentes à dessecação.

Ovissaco: Bolsa existente nas fêmeas dos camarões-fada, localizada ventralmente na zona mediana do corpo, onde a fêmea armazena os ovos antes de os libertar sob a forma de cistos.

Somito: Segmento.

Valva: Uma das partes de uma concha de duas folhas.

Toracópode: Apêndice vulgarmente conhecido por pata que tem tripla função: locomoção, respiração e nutrição.


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